segunda-feira, 13 de maio de 2013

O PLANO DIVINO.


 O PLANO DIVINO.
   Como Deus precisava de um SER 100% humano. Que fosse capaz de cumprir uma tarefa vicária que poderia levá-lo até a morte, por amor a essa vontade Divina! Entre os homens da linhagem Adâmica, parecia impossível colocar essa carga sobre os ombros de algum deles! Por que?  Porque toda a linhagem estava contaminada! Logo Deus precisava de alguém sem pecado natural, imaculado, GERADO sem pecado. Que plano era esse heim? Mais como estamos falando de Deus, tudo é possível!

Por quê? Veja Bem! Quando Eva deu a luz a Sete, a Bíblia diz que este nasceu conforme a imagem de Adão (*Gn 5.3), humana e pecaminosa, sob a mancha do pecado e o peso da culpa! Não entendeu? Obs: Davi expressou que fora gerado em pecados (Sl 51.5). Por que? Por que da sua natureza humana, caída, trazendo o peso da culpa Adâmica! A humanidade estava contaminada! Achar um justo que se encaixa-se, não, Deus não viu um, se quer!

Primeira ação do Plano Divino, “Uma promessa”(*).

>Revelando seu plano Deus, primeiro diz: “Da Semente da mulher” (Gn 3.15); (isto é seria gerado de uma mulher). Para complicar mais ainda a racionalidade humana, Ele diz que esta mulher seria uma moça virgem (Is 7.14). Veja bem: “Por que uma virgem conceberá e dará a luz um filho”. Deus estava dizendo que uma virgem geraria a semente remidora.  Note Bem: UMA VIRGEM! Agora como seria isto? Por que a expressão esta clara, teria que se moça pura, sem contato sexual, para que essa semente fosse gerada nela! Pela lógica era impossível! Porém Deus é especialista em fazer o impossível. E por fim coloca seu Plano em pratica. Aparti desse ponto Ele vai começar levantar arautos para anunciá-lo ao mundo!

>Essa semente seria chamada de Emanuel (Deus conosco), ainda seria qualificado como: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da Eternidade e Príncipe a Paz (Is 7.14; 9.6). A forma como seria gerado garantiria, que nele não haveria mancha de pecado de espécie alguma, seria totalmente puro! O Plano estava em andamento agora! Só faltaria concretiza-lo! Porém o que viria agora era: o segredo da encarnação!

Pb José Francisco

O VERDADEIRO LOGOS


O VERDADEIRO LOGOS

É de conhecimento prático entre os cristãos, que a referencia vista no Evangelho segundo João em seu (Cap.1 vers.1). Que o verbo ali aludido é o próprio Cristo, sem dúvida!

Como essa expressão tem um vasto significado em sua raiz original grega: desde Palavra, ciência, expressão, razão enfim! O que João viu realmente nessa expressão para chegar a conclusão de que poderia compara-la ao Cristo sem medo ou qualquer dúvida?

Em primeira mão é preciso entender que o Evangelho de João é uma revelação maciça (digo expressiva), da glória do Cristo (o verbo encarnado). Sim! João percebe o lado Divino de Jesus, e resolver escrever uma biografia não meramente humana, mas singularmente Divina!

    João usa o verbo (Logos), como expressão maciça da Divindade plena de Cristo associada a do Eterno Deus, o Pai, e ambos como sendo um e a mesma pessoa! Mais João não foi o primeiro a usar esta expressão! Sim! Nas escrituras ele foi o primeiro e o único a usá-la! Mais a expressão foi descoberta por (Heráclito 540-480 a.C). Sendo que o mesmo nunca a usou, ao contrário de Platão que fez questão de usá-la para descrever: “A força geradora.” Sim! Era assim que Platão via esta expressão!

     E como se há de observar João ver nela propriedade suficiente para enquadrar a personalidade daquele homem que fazia milagres indescritíveis: como multiplicar pães e peixes de forma tão simples e quase imperceptível. Sim! Capaz de Ordenar aos espíritos malignos que saíssem de sua presença ou das pessoas... Capaz mesmo de comandar a própria natureza... Esse homem era comum a 1ª vista: chorou e se angustiou até se irou... Mais havia algo nele Divino! Quando João percebeu essa divindade nele (Cristo), ele tratou de explorá-la! Uma vez que Platão usou esse Verbo (logos) para dizer que o mesmo era a força geradora, João viu toda possibilidade de chamar a Cristo de o Logos de Deus! A Palavra de Deus o Dabhar de Deus.

      A força Geradora  de Deus ganha vida e forma: E joão mais uma veis,  vai completar a alusão dizendo: E o Verbo se fez carne... A força geradora se tornou viva entre os homens... e caminhou em forma humana entre os homens e estes viram a sua glória! aleluia!

Pb  Jose Francisco

sexta-feira, 19 de abril de 2013

A VINHA DE NABOTE

                           A Vinha de Nabote
Introdução:

     A cobiça é um sentimento muito arrebatador e em alguns casos incontrolável. Originado pelo desejo ávido de possuir o que não nos é de direito, não pode ser confundido com a inveja que é um sentimento que causa ódio e desgosto pelo bem de outro e pelo possuidor do bem que invejamos. No caso de Nabote, Acabe não invejou o seu bem, mas cobiçou a ponto de se entristecer por saber que não podia possuí-la. O sentimento de Acabe não foi de matar Nabote como no caso de uma inveja que faria de tudo para possuir a vinha, mas sim, sabendo que a lei Levítica (Lv 25) e (Dt 7.25-26) e as leis estabelecidas por Deus para os reis (I Sm 10.25 e Ez 46.18) o impediam de tomar qualquer atitude em relação a Nabote, o mesmo se alegrou quando ouviu pela sua esposa Jezabel que o caminho para possuir a vinha era livre (Nabote era morto). Acabe não matou propriamente dito, mas compactuou para o ato.

Itens que declaram há participação de Acabe na morte de Nabote.

a) Sua escrita nas cartas para os anciãos (o linguajar do rei foi forjado);
b) Sua assinatura nas cartas (O Sinete selo do anel do rei. O mesmo fica no dedo mão de Acabe, o que nos dá a entender que ele mesmo assinou as cartas);
c) Autoridade de rei (Inegociável Intransferível e substituível por outro rei somente na morte do atual). Com essa atitude Acabe sentenciou sua pena de morte.

Lições Extraídas deste contexto:

1º - Nenhuma posição elevada na sociedade ou na igreja garante o direito de subjugar os menos desfavorecidos; (Am 2.6).
2º - Nenhum sentimento de injustiça com o próximo ficará impune perante Deus; (Lv 19.35-37).
3º - A pratica de justiça entre irmãos ou daqueles que participam das coisas sagradas, não podem ser comparadas a justiça pagã; (Mt 5.20).
4º - A quebra dos princípios de Deus nos acarreta maldição, condenação e morte. Deus vela pelos oprimidos e julga os opressores. (I Rs 21.21-22);
5º - O arrependimento não nos isenta da correção e das consequências que o nosso erro acarretará para as nossas vidas; (I Rs 21.27-29; I Rs 22.29-40).
Certo estou que Deus pela sua infinita misericórdia perdoa os nossos pecados e em alguns momentos até transpassa-os com fez com Davi (I Sm 13.13), mas sua maior intenção é ser justo e a sua justiça não beneficia ao menos ao que ele mais ama, senão não teria entregue seu filho para morrer por nós. (Jo 3.16) A justiça aplaca a ira de Deus diante do mal praticado, quando essa não é efetuada pelos homens pela sua corrupção Deus entra em cena. “O Senhor toma a vingança contra os seus inimigos” (Na 1.2-3). Amém!


Pb Luiz Henrique




O Presbítero Luiz Henrique Sales, faz parte do corpo ministerial de ADELV! Sua pregações são cativantes, e cheias de contextualizações, tantos bíblicas quantos históricas! É uma Honra pode fazer parte de seu Rol de amizades! O mesmo ainda leciona com alma no Seminário IBADELV - Antigo Novos Horizontes! A força da ADELV tem se mostrado tanto através deste vaso quanto de outros! Parabéns Amigo!

domingo, 3 de março de 2013

ALCANÇANDO A PLENITUDE POR MEIO DAS PEQUENAS COISAS.


Texto: Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou, e semeou no seu campo; o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, depois de ter crescido, é a maior das hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos. (Mt 13.31,32).

Prefácio: O texto evidencia a instrumentalidade da semente. Jesus parece ignorar a capacidade humana racional, ao dizer que o reino dos céus é comparado a ela! Sim! A Ideia Cristocentrica aqui é levar o elemento a descortinar os segredos que esta parábola exprime!
Sim! Assim como uma pequenina semente poderia levar a grandes descobertas, assim é que se vê a realidade desta parábola! Amém!

O tema: Sim! Este tema nos obriga a parafrasear sobre cinco coisas pequenas e aparentemente insignificantes.
Porém ao vermos as mesmas sob a ótica da Bíblia descobrimos que as mesmas nos dão uma lição extraordinária de crescimento, multiplicação, sim! Em alguns casos assustadoras!

Note que: Se o renomado Pastor Napoleão Falcão estivesse pregando aqui sob este Tema! Sua mensagem seria denominada de: “O Poder das pequenas coisas”. Sim! Mais esta mensagem é dele! Ainda que eu me sinta tentado a usar o mesmo tema, eu não passaria de um Eco! Todavia Ao lê sobre coisas e fatos que compreendem acontecimentos pequenos mais de grandes portes nas escrituras! Descobrir além das que ele descortinou, que a plenitude pode ser alcançada por meio delas as “pequenas coisas de fato porque realmente são poderosas"!

Logo de posse desses dois exemplos prego com satisfação sob o tema que me agraciou o Senhor: “Alcançando a plenitude por meio das pequenas coisas”.
Deixem-me lhes apresentar “Sete coisas pequenas que mostraram o poder da plenitude Divina” sob coisas pequenas.
1-      A Menor semente (grão de mostarda); (Mt 13.32). Sua ação era uma grande Hortaliça. Tão grande que seus ramos servem de ninhos para diversas aves.

2-      Uma pequena Nuvem (1ºRs 18.44). O que vês perguntou Elias ao seu Moço? Uma pequena nuvem do tamanho da mão de um homem! Isto é: não veja nada, apenas uma pequena e insignificante nuvenzinha pequenininha, o que ela pode fazer?
A principio nada! Mais na cabeça de Elias era o sinal de Deus! As pequenas coisas, são focadas no agir sobrenatural de Deus! A pequena nuvem deu fim a três anos de seca!

3-      Um pequeno Membro (Tg 3.5). Tão pequena mais capaz de mover uma embarcação como um pequeno leme o faz! Capaz de atear fogo a uma floresta! A língua! Tão pequena mais com uma força tão avassaladora que merece ser freada constantemente!

4-      Um pouquinho de fermento (1ª Co 5.6).  Basta uma quantidade efêmera deste produto, para levedar toda a massa, isto é fazê-la inchar!

5-      Uns pequenos peixinhos (Mt 15.34). Note que Lucas vai ser mais preciso e afirmar: Cinco Pães e dois peixes! Independente da quantidade de pães e peixes o segredo esta na multidão que fora alimentada! O foco maior fica realmente entre os pequenos peixes! Mais de cinco mil homens, fora da contagem mulheres e crianças! Crianças aqui compreende, moços e moças abaixo de vinte anos! Segundo os historiadores cerca de quase 15.000 pessoas foram alimentadas por poucos pães e uns peixinhos! Aqui ver-se claramente que o poder das pequenas coisas é refletidas no agir sobrenatural!

6-      Um punhado de farinha e um pouquinho de Azeite (1º Rs 17.12). Essa Viúva viu o agir de Deus depois de obedecer ao santo homem de Deus.

7-      Um pequenina fé (Lc 17.6). A Plenitude, das pequenas coisas se completa aqui! È preciso ter confiança no que temos em mãos! Mesmo que seja em quantidade efêmera, o que Deus pode fazer com o temos, esta além da nossa compreensão humana!
Conclusão: Alguém pode “Explicar” a multiplicação dos pães e peixes? Sem visualizar a ação sobrenatural da fé em Deus? É impossível!
Note que sob a influencia de uma pequenina fé! Se é possível mover uma montanha indesejada no caminho do crente fiel!

Que tipos de montanhas seriam estas hoje?
1-     Montanhas da Incredulidade! Afinal tudo é possível ao que crer.
2-    A Montanha da Impaciência! É preciso saber esperar, mover uma montanha às vezes leva tempo  (Sl 40 1).
3-     A montanha da imprudência! Tratar com as pequenas coisas requer muita diligencia, e confiança plena! A Imprudência pode levar o crente a lugar nenhum a não ser sua própria ruína! Essa é uma montanha que exige muita caute-la! Afinal, para vermos plenitude de Deus em nossas pequeninas coisas é preciso sermos prudentes! Amém!








José Francisco da Silva – o servo!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

TEMAS: FOCADOS EM MILAGRES

Mensagens sobre milagres.

Tópico:

1-    Em busca do Milagre.

A Jairo o sacerdote e sua filha Morta.
O centurião e o servo.
A Mulher do fluxo de sangue.

2-    Rendendo- se ao Milagre.

O Paralitico de Cafarnaum.
O tanque de Betesda.

3-      Fitando o Milagre.

Os Dez leprosos.
O Cego de Jericó.

4-    Agradecendo pelo Milagre
O leproso agradecido.
O Endemoniado de Gadara liberto.
A Ex- Prostituta com o vaso de Alabastro.

5-    Os cinco Milagres de Zaqueu.
Zaqueu.

6-    Quanto custa o teu Milagre?

A Mulher do Fluxo sanguíneo.
O Cego de Jericó.
Bartimeu.

7-    Quando gestos falam mais que palavras?

A Prostituta do Vaso de Alabastro.
A Adultera que ia ser apedrejada.

8-    Quando o Milagre depende de nós.

O que devo fazer para merecê-lo?

9-    Quando o Milagre se Manifesta.

A Menina na casa de Naamã.

10-                      O Perdão, o milagre da remissão.

Jesus é o Milagre de Deus manifesto para remissão do pecado em todo aquele que nele crer.

11-                      O Milagre chamado Jesus.

Sua vida em prol de vidas.
Sua morte em salvação de muitos.
Seu amor em busca de perdidos.
Sua cura para os que acreditam nele.
Amém!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

SANTIDADE EXIGIDA


A Santidade é exigida pelo Senhor.

O que é Santidade?

     Segundo a Bíblia é um estado de perfeição! Por meio dela o servo crente fiel, pode se achegar ao Todo-Poderoso. (Hb 12.14).

O Livro que prioriza este processo no Antigo Pacto.

     Sim! O Livro é o de Levítico. Ele até poderia ser chamado de o livro da Santidade.

Por que? 

     Porque com toda propriedade neste livro Deus chama seus congregados (Hebreus), a um pacto de santidade, a um processo de santificação (Lv 11.44,45). A Expressão forte aqui é: "Sedes santos como Eu O Senhor, sou Santo".

Santidade exigida

     Saindo deste Livro onde Deus exige a santificação de seus filhos, adentramos o Novo Pacto (Testamento), para visualizar o processo de santidade sendo novamente exigido aos congregados De Cristo, A saber a Igreja. (1ª Pe 1.15,16).

Obs: Nesse Novo Processo, descobrimos que: Sem a santificação não se pode chegar a Deus (Hb 12.14).

O Processo que Josué, pôs em evidencia para que o povo praticasse, ainda vigora aos santos de Deus, hoje também! (Js 3.5). Pense nisto!

Conclusão: Santidade é uma questão de sobrevivência! Pois somente os SANTOS herdarão os Céus! Verão a Face de Deus, e gozarão da eternidade ao lado de Jesus! Pense nisso!
É hora de mudarmos, voltarmos ao altar da santidade! Afinal Jesus esta voltando!

domingo, 13 de janeiro de 2013

UM DEUS GRANDE PARA GRANDES COISAS


Tema: "Um Deus grande para grandes coisas"


Texto: (Sl 126.3).

Introdução: É um tema sugestivo, Por que grande, Deus é, em qualquer "Circunstância" desta vida. 
Entenda: O Livro de Salmos, ou por que não dizer: "O livro das canções". trata-se de uma coletânea de cerca de 150 Salmos (canções de louvores onde Deus é lembrado, centrado e exaltado, até nos salmos históricos). Por esta razão é possível até dizer que: Salmos são cânticos expressivos. Sim! A Bíblia o livro dos livros, como já vimos trás em seu vasto compendio 150 canções expressivas, escritas em diversos períodos históricos desde Moisés, aos profetas pós cativeiro Ageu e Zacarias. Isto incluir dizer um período de quase 700 anos de elaboração deste Hinário Hebreu, inserido no Canon Sagrado (A Bíblia).

Essa elaboração conta com diversos autores: Tais quais Davi, com cerca de 73 canções, em seguida Asafe, com 12, os filhos de Coré, com 11, Salomão com duas canções, e por fim Moisés e Etã, com uma canção cada. Porém a tradução"Ortodoxa Grega" atribui a Ageu e Zacarias cinco dessa coletânea sagrada.

Porém o que intriga é que 50 canções, não consta seus autores (são tidos como anônimos). independente disto. A Tônica principal de cada Salmo é: "Celebrar a Deus".

Veja bem: Os Salmos possuem por si só mensagens extraordinárias, desde um simples conto na história: a Salmos proféticos e Messiânicos. Sim! Há Salmos que foram escritos em situações até de dor e tristeza, como o Salmo 137, escrito em terras estranhas (Babilônia).

Note: Saindo desta prévia introdutória vamos ao tema desta mensagem, cuja base é pautada no Salmo de Nº 126, precisamente no vers.3. Sim! Para entendermos a profundidade deste versículo,  é preciso também entender a história que envolve este cântico extraordinário, que parafraseia o fim do Cativeiro e o Retorno a Sião!

Veja porque este cântico, cujo autor esta no anonimato, é tão expressivo:

Alguns ousam dizer que a expressão máxima deste Salmo é: "Deus é louvado por ter livrado o seu povo do Cativeiro". Ainda assim é também chamado de "Cânticos dos Degraus". E também Cânticos de Romagem

Por que? Sim! Ele é chamado assim por se tratar de uma canção que fora entoada no momento que o povo estava voltado (seria uma espécie de romaria). Andando e cantando, o que parecia ser muito comum no costume Hebraico.  Veja por Exemplo que: Josafá quando foi a guerra, depois de ouvir a direção de Deus, partiu com o exercito cantando (vide: 2º Cr 20).

Muitos Salmos são chamados assim, por serem escolhidos nestas ocasiões. Sim! O Salmo 126, é um Salmo de Romaria por que uma grande multidão, felicita, peregrinavam até Sião cantando as Maravilhas de Deus.

Este Salmo tem pelo menos seis momentos especiais.

Até daqui a pouco