quinta-feira, 14 de novembro de 2013

VALORIZANDO O QUE RECEBEMOS

VALORIZANDO O QUE RECEBEMOS

Texto: (S. Mateus Cap.25.14-30). Base de Aplicação Textual: “A Parábola dos Talentos.”

Introdução:

   Parábolas são alegorias, de uma realidade, contadas para representar outra realidade. Veja: Aqui Jesus parafraseia sob a ótica da chamada linguagem figurada (alegorias como já disse), a história de um “Rico e poderoso possuidor de terras”. Que resolveu ausentar-se de suas propriedades por algum tempo. Sim! De acordo com esta história, Jesus se utiliza de uma realidade para aplicar seus ensinamentos; Chamamos isto de Paradigma. O que seria nada mais nada menos que: “O Modelo padrão de aplicação Cristocentrico do Mestre”!
Note: Utilizar-se desse tipo de ensinamento, era comum ao povo Judeu. Como? Sim! Utilizar-se de parábolas para explicar o obvio, e torna-lo mais claro ao entendimento, era um método Judaico. Então Jesus não esta, implantado nenhum método novo de aplicação, Ele só esta se valendo do que já era comum a Eles o povo, o que tornava seus ensinamentos mais crédulos.

A REALIDADE DESTA PARÁBOLA.
1-      O senhor da terra.
2-      Os servos.
3-      Os talentos.

Segundo o texto de aplicação Cristocentrica: O Senhor daquela propriedade,  manda chamar três de seus servos, os melhores administradores. Feito isto o Senhorio Responsabiliza-os sob todos os seus Bens (vide v.15). “Dando a cada um deles uma Cota, em dinheiro, afim de mantivessem os trabalhadores e os trabalhos da fazenda em constantes funcionamento”.
Note: Cada servo, segundo sua capacidade recebeu o que lhes era cabível administrar. Sim! Não receberam nada mais nada menos do que eram capazes de fazer. O Texto é claro: “Cada um recebeu segundo sua capacidade”.

A Divisão da Administração ficou assim:
1-      O 1º Servo: Recebeu: “Cinco Talentos”.
2-      O 2º Servo: Recebera “Dois Talentos”.
3-      O 3º Servo: Recera “Um Talento”.

Obs: Só para constar: “Cada um recebeu “Talentos”, segundo sua capacidade”.  Mais a pergunta que não cala é? O que realmente Jesus queria dizer com esta parábola?

I- TALENTOS.

Os Segredos desta mensagem se encontram.
1-  No Senhorio: Rico e Poderoso, “confiando seus bens a servos”.
A Chave de aplicação aqui é: “Confiança”.
2- Os Servos: Trabalhadores que segundo o texto; foram dignos da “Credibilidade de seu senhorio”. E que segundo Jesus, os tais foram responsabilizados de administrarem a fazenda e os “Talentos que receberam”.
A Chave de aplicação aqui é: “Responsabilidade”.

3-Os Talentos: “Os créditos” - Aquele senhorio sabia que enquanto estivesse fora, suas terras iriam precisar de todo Zelo e cuidado necessário.


Suma: Logo ele precisaria de administradores que fossem bons, crédulos, hábeis e responsáveis; a quem ele, o senhor das posses, pudesse, realmente confiar e conferir uma cota em dinheiro, para sustento e manutenção da sua fazenda, sim! Isto afim de que sua produção não sofresse dano nem prejuízo enquanto ele estivesse fora.

A Chave de aplicação aqui é: “Capacidade”.

II- O PARADOXO.

      Sim! Jesus, com esta parábola, cria um paradoxo: deixe-me explicar! As Parábolas de Jesus, sim parecem às vezes serem paradoxais, por incrementarem fatos que na realidade parecem incomuns, ou contraditórios. Porém Jesus as utilizava para se como já disse claro e compreensível em suas aplicações. O Paradoxo desta parábola vai se concentrar na história do Elemento que recebera apena um talento (Vou falar sobre isto, mais antes entenda: O Elemento quando diante de seu senhor fez uma afirmação que ia de contra o sistema da realidade ele deu lugar a este paradoxo). Veja: “O Senhor é mau, colhe até o não plantou”... Ele incorreu num risco altíssimo por opção de não simplesmente, acatar o que lhe fora confiado, “Um precioso Talento”.

1-      O Valor de um Talento.

Note: O Talento nesta Época transcendia a realidade da nobreza, era uma das moedas, capital mais poderosa que existia. Acima dele estava o Geras, o Ciclo e o Arrátel; o peso de um Talento equivalia a 60 minas. Sim! Uma mina equivalia a 50 ciclos dependendo deu peso. Pois bem! Além destes valores circulantes estavam as moedas que usaremos como pano de fundo para avaliar mais de perto o valor de uma Talento em si.  (Pequena Enciclopédia Bíblica O.S Boyer).

*A dracma,e o denário eram as unidades básicas circulares no dia a dia. Já o talento, não! Porque? Seriam preciso, muitas dracmas ou denários para fazo-lo sair do banco e então circular.

Obs: Um Talento era equivalente a 6.000 denários ou dracmas. Sim! O Denário era a moeda básica, assim como a dracma (Ou melhor, eram a unidade básica pagável a um operário, por um dia de trabalho).

*O Paradoxo de Cristo começa a tomar forma.

Entenda: Eu disse: que o elemento deu lugar a este paradoxo, depois de uma afirmação infeliz, isto é fato. Porém quando observamos os valores que estão em evidencia nesta parábola, descobrimos que Jesus é quem cria realmente este paradoxo; e é preciso muito caute-la para percebe-lo. Vamos deixar a dracma e falar só de  Denário.

*Veja a realidade de um TALENTO.

      Estudiosos da Moeda Americana (O DOLAR), avaliaram  que um denário, era equivalente, a 10 Dólar. Sim! Seria interessante notar que: Em Reais, isto seria o equivalente a +- 18 a 20,25 Reais no máximo.

Veja comigo: Se um Talento então era equivalente a 6.000 denários, quanto ele não seria em Dólar, ou em Reais? Vamos vê? Multiplique comigo:

1º - 6.000 x 10 = 60.000, Em Dólar.
2º - 60.000 x 10 = 120.000, Em Reais.

Note: Estou falando apenas de um TALENTO por enquanto! E o Negligente achou que o seu senhor era mau! Infeliz!

Por quê?

     Sim! De acordo com esta conjectura, o que recebera apenas um “Talento”, recebeu nada mais nada menos que: 60.000 dólares. O Suficiente para administrar seu trabalho com tranquilidade, e ainda produzir, o dobro se assim o quisesse.


2-      A Produção dos Talentos.

Bom! A distribuição dizia que o senhor daquelas terras deus a seus servos valores que era o suficiente para não deixarem a produção cair.

A gratidão do primeiro Servo.

“Cinco Talentos”. Este servo embora tenha recebido mais que os outros demonstrou, ser o mais responsável. Tal responsabilidade é demonstrada em seus esforços em fazer com que o valor lhe conferido rendesse, e se multiplicar-se. Seu trabalho é visto na somo que angariou.

Só para constar: Cinco Talentos Equivaliam a 30.000 denários! Porém ele estava em mãos com 300 minas e 250 ciclos, ao multiplicar os cinco Talentos, ficando com 10, Ele ficou com 600 minas e 500 ciclos. Logo ele produziu segundo a avaliação das moedas que usamos como modelo (o Dólar e o Real), nada mais nada menos que:

1º - 300.000 Dólares, com cinco Talentos.
2º +- 600.000 Reais, Com cinco Talentos.

Vamos dobra-los?

1-      10 Talentos = a 600.000 Dólares em Valores monetários Americanos.
2-      10 Talentos = a 1.200.000 Reais em Valores monetários brasileiros!

*Bom! Mais não foram estes valores que fizeram este servo ser responsável, foi a sua índole seu caráter em querer agradar a seu senhor, que demonstraram nele a força de um conquistador.
Como já disse no inicio: Credibilidade é o que se vê e se aprende com este elemento! Amém!

Seguindo o exemplo.

     O Segundo Servo recebe dois, e em seguimento ao primeiro servo não vê obstáculo em seguir seu exemplo. Levando em multiplicação, dos dois Talentos que recebera.
Ao transformar sua cota de Dois em Quatro, este servo é imbuído da Capacidade, da Responsabilidade que recebera, Sim! Com isto resolveu creditar sob si, a confiança do Seu senhor.
     Dois Talentos = 12.000 denários, logo sua cota será fecha com 24.000 denários. Demonstrando sua fidelidade ao seu senhor.


Dois focos: Gratidão e bom exemplo fazem a obra prosperar! Não avaliar nossa capacidade em cima da quantidade de Talentos que possuímos é o segredo, por que quem nos avalia é o Senhor. Independentes da quantidade de Talentos Sejam cinco, dois ou até mesmo Um, temos Responsabilidades com eles, sem olhar quem tem mais ou menos! Vamos cuidar do que recebemos! Seja Pouco, Médio ou Muito, segundo o exemplo destes servos, pois, também recebemos responsabilidades segundo nossas capacidades. E seremos cobrados segundo nosso trabalho (vide: 1º Co 3.13-15).

O SENHOR DA TERRA.

1- Os dois primeiros servos não demonstram a supremacia do Senhor, o vendo como um tirano! Pelo contrário, focam-se na missão, no trabalho que os valores recebidos lhe atribuíam.

*Em contrapartida o terceiro servo vai proceder com leviandade negligencia. Chamando o Senhor da Terra de mau e tirano. (como já vimos). Seu proceder não o deixou enxergar com clareza o valor que estava sob sua responsabilidade. Pois não importa quanto exatamente o Senhor nos confie valores, o que importa que é: ele confiou em nós, e nos deixou responsável por dar continuidade a seu trabalho e que portanto não podemos negligenciar sua oferta. Amém!

2- Aquele Senhor ao retornar de sua viagem mandou chamar seus três servos para ouvir deles o que realmente Fizeram com os valores recebidos.

 *Sua alegria levou a beneficiar os dois primeiros, mais ao terceiro a punição veio como recompensa por sua infidelidade e mau comportamento. (Continua...).

 José Francisco da Silva casado com Telma Oliveira da Silva e Pai de Thaísa Oliveira da Silva! _ ADELV.


ATITUDES QUE GERAM A EXCELÊNCIA

ATITUDES QUE GERAM A EXCELÊNCIA

ÍNDICE:

1-      NA FAMÍLIA
2-      NO MINISTÉRIO
3-      NA VIDA CRISTÃ.

Texto:   “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança;     domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem;  à imagem de Deus o criou;  homem e mulher os criou.  Então Deus os abençoou e lhes disse:  Frutificai e multiplicai-vos;  enchei a terra e sujeitai-a;  dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra”. (Gn 1.26-28).

Introdução:

*Deus Nos Criou Para Excelência.
*Mais o que é excelência em si? Vamos vê?
*Sim! O termo segundo o dicionário popular (o globo); é qualidade do que é excelente. Ou seja é: Superioridade; primazia, tratamento dado a pessoas de alta categoria.
*Por sua vez o verbo Excelente significa: muito bom; superior; distinto; ótimo. Perfeito.

1- Aqui temos alguns termos que se enquadram no conteúdo de Deus.
*Se fomos criados para dominar – então o termo é: superioridade. Sim! Deus nos fez superior a toda a criação na terra. Isso por si só já nos coloca numa posição de mais Excelente.

2- Quando disse: façamos o homem... nos condicionou a posição de seres distintos diante de toda a criação. Note: A distinção nos faz mais Excelente.

3- No contexto da criação por sete vezes aparece a afirmação e viu Deus que era bom...

Suma: Tudo o que Deus faz, é perfeito. Sim! Deus nos criou para a perfeição: Quando Abrão tinha noventa e nove anos, apareceu-lhe o Senhor e lhe disse: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença, e sê perfeito; (Gn 17.1).

Mais o que realmente me caracteriza como um ser excelente?

1- Deus nos criou como coroa de toda a criação terrena.
2 - "Criados antes da fundação do mundo" (Ef 1.1-6).
3 - "Criados a imagem do próprio Deus Soberano" (Gn 1.26).

Criado para:

1º.Dominar - Exercer o Poder.
2º.Conquistar - Trabalho de expandir. Crescer, sujeitar.
3º.Governar - Exercendo a Autoridade, sig. Ter sobriedade para Administrar o poder e o domínio.
4º  Multiplicar-se – Encher a terra.

Obs: Essas são as: Quatro qualidades da Excelencia. 
*Que de acordo com a palavra principia, na vida do homem, como criatura de Deus, sobre a terra com missões especifica; (cf Gn 1.27,28).
Bom! Fomos criados para a excelência! Segundo a Bíblia isto é fato!

1-      Porém um ato impensado na Vida do primeiro casal nos privou da absoluta excelência Divina!

Isto incluir dizer: que a família foi afetada, O trabalho do homem se tornou pesado. A vida um fardo a ser carregado!

2-      Para alcançar a excelência de novo o homem agora teria que Busca-la, provar ser merecedor, para então alcançá-la!

Isto nos condiciona a “Atitudes que deveremos tomar para gera em nós a excelência de novo”. Amém!

I – Como Gerar a excelência?

1º Primeiro buscar um ponto de partida.
2º Estabelecer metas!
3º Nunca perder o foco.
4º Ter Equilíbrio.

Uma Observação: Esses Quatro itens dentro de uma Família, leva a mesma ao Sucesso incondicional.

Exemplo: Deus disse para Abraão que nele todas as Famílias da terra seriam benditas
(Gn 12.1-3).

*Já Josué entendeu que Mesmo que o povo se desviasse do foco, ele e sua família estariam servindo a Deus, sempre (Js 24.15).

Porque?

Porque a Família na visão de Deus, tem quatro objetivos:

1º - Ser uma extensão da vontade Dele (Deus) sobre a terra (Gn 12.18,24).
2º - Ser Um Referencial Dele (Deus) sobre a terra (Gn 12.1-3).
3º – Criados para Servir, (Js 24.15).
4º - Criados para ser Benção.

(*) A Família do Cristão para ter qualidades excelentes em sua vida, precisa focar:

1- Deus. (Mt 4.10).
2- A Palavra (Mt 4.4;Jo 1.8,9;Sl 1.2).
3- A Fé (Hb 11.1). Amém!

* Descobrindo o caminho da excelência Por meio da:

1- Fé (Hb.11.1), "O firme fundamento".
2- Obediência (Dt.28.1-3).
"Se hoje obedeceres"...
3- Dedicação (Js.1.9). "Nunca afaste da tua boca..."

II – A Excelência no ministério

O Ministério excelente é aquele que estar condicionado à suprema vontade de Deus.

Como gera a excelência na minha vida ministerial?

1-      Conhecer o Inimigo.
2-      Resistir a Soberba, A Cobiça, O desejo carnal.
3-       Conhecer as Armas que estão a nosso dispor.
4-      Valorizar, nossos bens mais queridos, Família, trabalho, Igreja.
5-      Exercer o Perdão, buscar sempre a reconciliação, a harmonia.
6-      Praticar o amor.

7-      O Segredo que gera a excelência na vida ministerial se revela em:

Quatro razões para se gerar a excelência.

1º - Obediência.
2º - A Palavra.
3º - O Jejum.
4º - A Oração.

Quatro motivos para ser excelentes na família e no ministério

1-Amar a Deus.
2-Amar a palavra de Deus (Jo 14.21).
3-Amar o favor de Deus (Jo 3.16).
4-Adorar a Deus (Mt 4.10);(Jo 4.24,25).

III - Atitudes da excelência.

1- Não faz mal ao próximo.
2- È respeitadora de princípios.
3- Reparte. (divide com os necessitados seu favor).
5- Auxilia. (Ajuda capacita enobrece).
6- Não é mentirosa.
7- Não busca seus próprios interesses.
8- É sacrifical.


 Conclusão: Assim é que se descobre por que e para que fomo criados! Amém!

Qualidade Ótima
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terça-feira, 15 de outubro de 2013

terça-feira, 1 de outubro de 2013

SÍNTESE DOUTRINÁRIA

 SÍNTESE DOUTRINÁRIA

Texto: Errais não conhecendo as escri
turas e nem o poder de Deus...(Mt 22.29).

Suma: O versículo é bem sugestivo:“Não conhecer as escrituras consiste num erro gravíssimo!” Esse erro pode ser consertado sim ou não? Sim! Desde que o crente (Pessoa que atribui sua crença, direciona sua fé a algo ou alguém, no nosso caso a direcionamos ao Deus todo poderoso criador dos céus e da terras). É claro que agora me refiro aos crentes em Jesus claro! Os que almejam conhecer, tanto as escrituras como desejam crescerem na graça e no conhecimento que há no Cristo, atual fonte de nossa crença em Deus!

Introdução: Bom! Trata-se de uma análise sintetizada, cujo objetivo maior, é forçar o crente a buscar nas fontes apresentadas o que esta sendo aguçado por meio da curiosidade! Abordaremos assuntos aqui, que com certeza forçara o leitor a buscar mais, e este é o nosso objetivo, pois entendo que o “mesmo” só aprende quando é forçado a fazer, haja visto, existir uma diferença muito grande entre a pratica e a noção (teoria). Pois como se sabe na pratica tudo difere da teoria!

Entenda: não estou desprezando a teoria, só estou tentando faze-lo entender que se você quer realmente aprender alguma coisa, deixe a pratica enriquecer a sua teoria! Ou quem sabe transforme sua teoria em pratica! De uma certa forma o versículo texto parece concorda com o que digo, não!?

Veja: Deus, quando criou o homem, deu a ele mandamentos e leis, estatutos que teriam que serem cumpridos.

Entenda: Deus esta na Teoria, o homem, teve dificuldade de cumprir a teoria de Deus, e inventou as suas próprias! Então Deus fez melhor, partiu para a pratica pessoalmente, enviou Jesus em carne (Deus humanizado), para então transformar sua teoria em pratica; Jesus veio e colocou as mão na maça, na pratica, cumpriu a lei a (teoria), fez a teoria ter uma razão muito maior e muito mais consistente!

Agora entenda: quando falo da teoria divina me refiro as Idéias de Deus, seus planos, seus objetivos que são muito mais elevados que os nossos! Que só nos serão revelados quando realmente desejamos conhecer as escrituras amém!!!

Preambulo: A matéria que será sintetizada aqui é que dar bojo ao conteúdo apresentado “Doutrinas Bíblicas”. Só que tais doutrinas como sugere o título, trata-se de uma síntese, uma resumo das doutrinas Bíblicas, amém!!!
. O que é doutrina?

1- Doutrina, é ensinamento, adestramento, ainda: tornar douto! È um dos assuntos mais esmiuçado nas escrituras, e como tal exige uma atenção muito grande, pois as pessoas tendem a confundir doutrina com costumes! E como se sabe costumes são práticas, e doutrina é estudo, ensinamento! Agora a doutrina pode gerar bons costumes! Mais não podem serem confundidos, Doutrina é doutrina e costume é costume!

2- A doutrina compreende um conjunto de normas a serem observadas, estudadas e analisadas, logo todo esse material é encontrado nas Escrituras, e tecnicamente é chamado de: “TEOLOGIA SISTEMÁTICA”!

.Teologia.

É a junção dos termos gregos “Teo” = Deus e “Logos”=Ciências!
Obs: A expressão Logos, provem do verbo, que define a essência de Jesus, antes de humaniza-se (vide: Jo 1.1-3,14). E tem significados abrangentes: tais como: A “Palavra”, A Ciência, estudo, tratado, expressão enfim!

Suma: Jesus é a palavra da verdade (Jo8.32), O verbo se fez carne... isto é: a palavra se fez carne... (Jo1.14). Ele mesmo afirmou: “Eu sou a verdade...(Jo 14.6). Isto quer dizer: “Eu sou a expressão viva de Deus”, Eu Sou o ultimo tratado de Deus, com os homens, Eu Sou o estudo de Deus, “quem vê a mim vê o Pai, disse ele”, ainda: Eu e o Pai somos um (Jo 10.30). E pra finalizar: Eu Sou a Ciência de Deus, revelada, por meio de sua infinita graça! “quem me segue não andara em trevas, mas terá a luz da vida....e ainda que esteja morta vivera! Amém!

. Sistema.

È um conjunto de regras ordenadas!

. Regras.

São normas, leis, estatutos, mandamentos! Este é o material com o qual haveremos de lidar, todo ele junto nos dar consistência para entendermos todo o conteúdo das Escrituras (A Bíblia).

Entenda: Várias notas doutrinais foram depreendidas do contexto geral teologicamente, para melhor facilitar a compreensão do bojo Bíblico!

O ADVOGADO SUPREMO

O ADVOGADO SUPREMO

Texto: Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e se começa por nós, qual será o fim daqueles que desobedecem ao evangelho de Deus”? (1ªPe 4.17).

Introdução: O advogado é uma espécie de mediador entre ”Réu, Juiz e acusador”. Seu papel defender, Inocentar por meio de provas. Advogar sig: trazer para si, comprar a coisa, assumir a briga do mais fraco!
*Logo vamos entender, o por que deste tema: “O ADVOGADO SUPREMO”!

Índice:
1- O TRIBUNAL
2- O RÉU
3- O JULGAMENTO
4- A DEFESA DO ADVOGADO SUPREMO
6- A SENTENÇA.

I - O TRIBUNAL

a) O que é um tribunal ?

1- Este é um local destinado ao poder judiciário que visa manter a lei e a ordem, sob a forma de julgamentos.
2- Sob a cadeira da lei e a tribuna da ordem o senhor Juiz em questão, avalia e decide o destino do “Réu”.

b) Há vários tipos de tribunais, cada um especifico para cada área dentro do poder judiciário.

Sim! O Artigo 92 da Constituição da Republica Federativa do Brasil diz, haver sete tribunais, ou melhor, Órgãos do poder Judiciário, são eles:
1- O Supremo Tribunal Federal;
2- O Superior Tribunal de Justiça;
3- Os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais;
4- Os Tribunais e Juízes do trabalho;
5- Os Tribunais e Juízes Eleitorais;
6- Os Tribunais e Juízes Militares;
7- Os Tribunais E Juízes dos Estados e Distrito Federal e territórios.
O parágrafo único: decreta que o Supremo Tribunal Federal e os Tribunais Superiores deve Ter sede em todo território nacional.

Exemplo: Alguns destes tribunais são destinados, as pequenas causas. Geralmente quem preside, uma destas tribunas são os chamados Presidentes ou Juízes! Aos tribunais esta destinado os cuidados com as leis, “Judiciais, legislativas e federativas”.

Entenda: 1º ato: Ao tribunal é destinado as decisões que se há de tomar a respeito de algo ou alguém! Os tais, são simplesmente as salas das decisões !

2º ato, Julgar. Note porém que: Julgar sig: avaliar.

Entenda: como o termo avaliar é de uma natureza meio complexa em suas definições, o que em alguns casos pode ser utilizado para cada tipo de ação! Isso faz do termo julgar uma avaliação mais profunda no caso do indivíduo, pois trata-se de buscar meios de justificar ou condenar o tal. Logo julgar é definir o destino de alguém por meio desta apurada avaliação!

(*)Vamos dar uma Segurada, só um pouquinho! Pois quero deter me ainda na figura do tribunal.

Entenda: Todo tribunal lembra Julgamento! Todo ato que fere ou viola a integridade do ser levando a causas de perdas, constrangimentos e principalmente a morte é digno de julgamento, segundo os órgãos responsáveis como as varas Criminais e familiares! Isso nos ensina que a humanidade sabe julgar seus atos perante as leis instituídas, ainda que falhas e cheias de brocas. Eles ainda acreditam em justiça! Acreditam que possam de fato haver um julgamento digno para o réu, seja culpado ou inocente. È então que quando as leis dos homens falham, eles se voltam para a justiça divina! Esta não falha! Mais já que estamos falando de Julgamento e tribunais, permitam-me apresentar-lhes o “ Tribunal de Deus” segundo a ótica da Santa Bíblia! Prontos?

c) O julgamento de Deus.

Obs: Deus julga segundo sua justiça baseando-se no caráter e na índole do homem (pois escrito esta que cada um haverá de ser julgado segundo suas obras). No julgamento do Senhor não há falhas não existem meios termos, é olho por olho dente por dente (Mt 5.36; Ex 21.24). Não é a toa que o tema desta mensagem nos leva sem procedentes ao “Supremo Tribunal de Deus”! (Ap 20: 11-15). A mensagem que vos trago agora não é de cunho escatológica, mais de realidade vividas hoje, agora, já! Onde o Réu em questão somos cada um de nós!!!

Obs: “Quando somo julgados somos repreendidos pelo Senhor, afim de não sermos condenados com o mundo”...(1ªCo 11.32). Pergunta quando ocorre esse tipo de julgamento? Quando pecamos!

II - O RÉU

Antes de falarmos na integra do Grande tribunal de Deus permita-me alusir um pouco sobre a vida do Réu em questão. Este é o acusado, a vitima em outras palavras, o inocente ou o culpado. Lembrando que no tribunal de Deus não existem inocentes .

Entenda: O salmista disse: “Em pecados me gerou minha mãe” (Sl 51.5). Paulo reforçou o aviso dizendo Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus! Em outra referência é dito Deus procurou um justo se quer, e não achou!!! Por que?

Veja: O pecado de Adão contaminou a humanidade, o homem perdeu a imagem de Deus, que trazia sobre si, e passou a ser segundo sua própria imagem (Gn 5.3).Violou a natureza das coisas amou e se prostrou diante da criatura (Rm 1. 18-32). O próprio Deus disse que a natureza humana era se má desde o ventre materno (Gn 6.5). Suma: diante dele ninguém se justifica. Logo diante dele não existem inocentes, mais sim inocentados pela graça .

Obs: Pela graça sois salvos isto não vem de vós é dom de Deus “Ef 2.7,8” (oriundo do original CHARISMA cujo sig é dádiva ou presente) Entendo que fomos presenteados por Deus com sua Misericórdia e graça nos inocentando através do sacrifício vivo oferecido na cruz do calvário. Mais mesmo sendo nós, já justificados pela graça. Ainda haveremos de encarar o julgamento de Cristo (cf 1ªTs 4.17; 1ªPe 4.17; 1ªCo 3.13-15). Então mesmo inocentados ainda somos Réu, pois corremos risco de cometermos falhas, veja o que é dito: vos que estais de pé cuideis para que não caias (1ªCo 10.12; 1ªPe 3.17b). Mais ainda que caias não ficará prostrado (Sl. 37.24).

Note: Como réus inocentados temos regras a seguir, normas a obedecer, mandamentos a cumprir para não sermos condenados com o mundo. *Diante desta situação o inimigo vem nos asferir medidas, para sermos condenados, aproveitando-se das falhas humanas, dia é noite somos acusados pelo inimigo. Até nossas cabeças são pedidas (A exemplo do que ele fez com Jó). A esperança dele é nos vê recuar abandonar a embarcação, vira as costas para o Senhor.

Obs: Quando pecamos, cometermos falhas, o inferno vibra, Satanás ganha acesso e dar-se inicio uma prévia de julgamento. O modelo dessa prévia, é vista nos moldes dos argumentos mostrados no livro de Jó (Cap. 1 e 2). O acusador é incansável nas suas medidas, dia e noite, todos os dias, ele caça nossas cabeças (Sl. 44. 22; Rm 8.36).

Sim! Para melhor compreendermos a cena em questão visualize agora, um Tribunal montado na esfera espiritual, semelhante ao que ponhe Jó como Réu. De um lado Miriades de Anjos, que todos os dias testemunham nossos atos na esfera terrestre, como nossos ajudadores (cf Hb 1.7.14). De um outro lado mais abaixa da esfera espiritual, outro grupo escondidos em meio as trevas dos recônditos infernais estão eles os demônios, esperando a queda definitiva do réu. No palco da cena no centro do tribunal., O réu, o acusador, sua culpa (o pecado). No canto central da tribuna ele o “JUSTO JUIZ” de toda terra, a sua direita “O ADVOGADO SUPREMO”.

III - O JULGAMENTO

1 .O Réu era culpado?
O réu não tem como se defender, esta realmente preso aos argumentos do inimigo. Por uma falha na sua natureza, ele realmente se tornou vitima de seus acusadores, e do promotor de acusação, culpado!

2. O Acusador dar inicio as acusações!

Que seria mais ou menos assim”: este homem ou mulher pecou, e pela tua lei ele deve ser entregue a mim, para que eu tome as medidas cabíveis sobre ele. E afinal escrito esta que o salário do pecado é a morte,(). Pela tua lei ele merece a morte. Eles mesmos reconhecem que os que tais coisas praticam são dignos de morte. Sim! Sabem eles que todos que pecarem e estão destituídos da tua glória”!!! São meus, a tua palavra é lei, entrega-os a mim em cumprimento a tua palavra. E eu serei o carrasco da vida deles!

3. Uma pausa no tribunal, seria um recesso?

O acusador canta vitória! Não tem como O JUSTO Juiz, ir de contra a sua palavra! O acusador deixa claro que o Justo Juiz: vela pelo cumprimento exato de sua Palavra (Jr. 1.12, Nm. 23.19). Vendo que tais palavras são verdadeiras, o Justo Juiz permanece imparcial. Pois ainda ouvirá a defesa. Sim! Porém diante destas acusações sua sentença já estaria formada.

4. O Brado do Advogado Supremo, segura o martelo de Jeová.

Quando O Justo Juiz esta prestes a definir o triste fim do acusado. Um grito rasga os céus, PROTESTO MERITÍSSIMO!!! Calando a todos no tribunal, o réu vê uma esperança brotar no meio da sua dor. Os anjos seguram o brado, mais não escondem o sorriso que brota em sua faces! Satanás recua, um calar frio corre-lhe a espinha (Se é que ele possui uma), o inferno se recolhe atemorizado! Pois este é o brado do “ADVOGADO SUPREMO”: PROTESTO MERITÍSSIMO!!!

IV - A DEFESA DO ADVOGADO SUPREMO

Diante das testemunhas, acusadores, O ADVOGADO SUPREMO toma a palavra e inicia sua defesa: Meritíssimo é bem verdade que o réu é falho as vezes, mais desde o início sabíamos disso. E mesmo assim confiamos nele, e mesmo nas horas de fraquezas ele não nos negou, antes recorreu a mim como seu advogado. Acreditou em ti e na tua justiça. Esta escrito que velas sim pela tua palavra, porém o acusador não leu direito. Os que vem a mim de maneira nenhuma os lançarei fora (...). O Senhor os amou e os entregou a mim para que não perecessem (Jo 3.16).
Diante destas acusações, escrito esta, que nenhuma condenação há para os que estão em mim. (Rm 8.1).

1- O promotor de acusação inrope e diz!
Protesto! Esta defesa não vale meritíssimo! O réu é acusado de violar tua lei, deve pois ser entregue a mim tu o sabes!

2- O Advogado supremo, embarga o promotor de acusação.
Esta fala teria sucesso se o réu não tivesse buscado na tua palavra a justificação de seus atos, meritíssimo? Pois escrito também esta, que ainda que caias, não ficará prostrado, pois o Senhor o sustenta com sua destra fiel! E em mim foram libertos da lei que os condenam (Rm 8.2). MERITÍSSIMO, esta escrito que se o Senhor é por ele, (o Réu), quem será contra ele (v.31).

3- O auge da defesa
Meritíssimo! Quem intentará acusações contra os escolhidos do Senhor? Se é o Senhor quem os justifica.
Ou quem os condenará? Meu sangue e minhas lagrimas foram arrancadas de mim por causa dele (o réu). Quem os separará de mim?(v.35). Eu os fiz vencedores justificados em ti, pela minha defesa, amparados em mim pelo meu Espírito!

Pausa:
Os anjos já não aguentam a pressão e explodem num brado altissonante, “Viva o Advogado Supremo”! O Justo Juiz sai de sua imparcialidade, a defesa foi convincente.

V- A SENTENÇA

O martelo do justo Juiz, bate a mesa, decretando a vitória do “SUPREMO ADVOGADO”. O réu é finalmente inocentado mediante a graça.
A apuração diz que finalmente: Nenhuma acusação há (tem) para os que estão em cristo Jesus que não andam segundo a carne mais segundo o Espírito.
O fato é: As portas do inferno não prevalecerão contra os escolhidos... (Mt 16.18,19).
Pois diante destas coisas: somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou (Rm 8.37).
Somos convencidos da nossa inocência em Cristo, através da comunhão que temos com seu Espírito Santo (v. 38). Nada nem cousa alguma, nos separará dele... (v.39).

* - A vergonha.

O promotor de acusação, as testemunhas de acusações, todos saem envergonhados, do tribunal. Sim! Ele perdeu! O Réu entendeu que “Cristo liberta (Jo 8.32). E liberta verdadeiramente (v.36).

VI- CONCLUSÃO:
Lembre-se quando satanás ou qualquer demoniozinho vagabundo te acusar! E não tiveres como se defender clame ao “ADVOGADO SUPREMO”, E um grito rasgará os céus, “Protesto Meritíssimo!!!!

Fonte: A Constituição
A Bíblia Pentecostal
A Biblia Vida Nova.
A Biblia Shed
A Biblia Alfalite








José Francisco da Silva